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A vida mostra-se absoluta!
O óbvio é o natural.
O ciclo é simples e comum,
Tangente entre o humano e o sobrenatural...
Não importam projetos, metas.
São tantas as paralelas...
Subjacências, fronteiras, demências?
Em meio a isso tudo,
Qual o valor do resoluto
Neste caminhar,
Onde existe o sentir,
O perceber,
Até mesmo o desejar?!
E nada nos cabe fazer...
Só o prosseguir!
Sem questionar o rumo a seguir.
Onde a mercê nos encontramos,
Sem saber que caminhos trilhamos.
No vácuo.
Num átimo!
No nada...
Nesse flutuar...
Na vaga...
Em que o nada tudo detém,
E não nos pertence a estrada.
Somente a consciência de ser,
Aqui e em todo e qualquer lugar...
O consistir...
O existir consubstancialmente,
Insofismavelmente!
Absolutamente!
BN ® 379.009
Rosany Costa
(Plenytude)
CG 09/08/2003 04:50:09

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